sábado, 18 de abril de 2015

Cinco de Copas - Crise Afetiva



Barbara Walker ilustrou o Cinco de Copas com a imagem de um casal que se dão as costas um ao outro em uma atitude de ressentimento e mágoa. O que era alegria no Três de Copas, vira tristeza no Cinco de Copas. A projeção do casal feliz acabou. De quem é a culpa? ‪#‎criseafetiva‬
Imagem: Cinco de Copas - Barbara Walker Tarot

Maestria Espiritual - A Jornada se inicia



Maestria Espiritual - A Jornada se inicia

Você descobre que é humano. Com o tempo, você desenvolve um potencial. O potencial humano é excitante e é apenas o começo. O potencial humano abre uma porta as possibilidades metafísicas adormecidas dentro de você. Você pode ou não abrir essa porta. Se você o fizer, descobrirá que você é parte de Deus/ Deusa/ Tudo o que é. O mundo em suma, tudo o que é vida, começa a vibrar com contentamento. O potencial desperta o possível. A excitação desperta o contentamento. Então, uma coisa muito especial acontece e a maioria das pessoas nem percebe. Um segundo potencial é liberado. De uma ínfima centelha de realização brota a semente da espiritualidade. Dentro de você, esta semente pode ficar adormecida ou você permite que ela cresça. Quando a espiritualidade cresce, você busca a auto - percepção e , com o tempo, a auto-realização. No tempo certo, você busca a Maestria. Então, a jornada, a volta ao lar se inicia. Ou se permitir, que a jornada comece. Você não pode se permitir menos que isso.
Junte-se a nós em busca da Maestria Espiritual. A jornada se inicia.


Fonte: Do meu aprendizado com Antonio Duncan e Lazaris.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Curso Completo de Tarô


O Curso Completo de Tarô, tem a duração de quatro meses, aula uma vez por semana com duas horas de duração.

Maiores informações: veratarot@gmail.com
Tel: 3085-9994


Estudar e compreender o tarô foi uma das melhores coisas que me aconteceram. Esse estudo me permitiu e ainda permite, conhecer pessoas incríveis, lugares incríveis e principalmente as minhas motivações internas. Além de desvendar a alma humana, o estudo do tarô permite o apreço pela história, pela arte, pela psicologia, sociologia, espiritualidade. O caminho que o tarô oferece é amplo em conhecimento e sabedoria. O fato de querer estudar o tarô, não pressupõe que você tenha que se tornar um tarólogo profissional. O tarô é como qualquer saber, se você gosta, se aprofunde. Tenho certeza de que você não irá se decepcionar e ficará encantando percorrendo as trilhas do tarô que na verdade são o mapa da alma.

Consulta de tarô

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Tarô e Cartomancia




Tarô e Cartomancia

O período que cobre o fim do século XVIII e o início do século XIX foi propício aos profetas e adivinhos na França e em outros lugares, em razão das incertezas políticas e do agravamento da crise econômica. Existe como efeito uma vasta produção de estampas que datam do século XIX que representam cenas de adivinhação popular que atestam a utilização da cartomancia.
O arquétipo de uma velha mulher, geralmente cigana, que prediz o futuro, próxima a uma encruzilhada e que habita uma casa cercada de aparatos mágicos.
Embora que a arte de adivinhação foi praticada no fim do século XVII, somente no século XIX que as cartomantes se multiplicaram graças as espantosas revelações de Court de Gébelin, de Etteilla e dos grupos ocultistas.
Entre os inúmeros adivinhos da época, não podemos  esquecer  Mme Lenormand, cuja fortuna foi obtida por saber usar sua imagem pública.
Ao longo de toda a sua carreira Mme Lenormand viu desfilar em seu salão, personagens do gabarito de Rosbepierre,Marat,  Danton, Napoleão Bonaparte e ficou confidente da Imperatriz Joséfhine.
A Sibila dos Salões, como era chamada, foi imitada por inúmeros adivinhos que pretendiam serem seus alunos e discípulos da ilustre Sibila. Daí criou-se novos baralhos de cartomancia baseados no Tarô Egípcio de Etteilla .
Por volta de 1850, à divinação por meio dos tarôs, tornou-se uma técnica adivinhatória extremamente popular na Europa inteira. E nessa mesma época o renascimento das filosofias esotéricas, voltou a dar um novo vigor a artes mágicas e a cartomancia em especial.
A divulgação desta prática em todas as classes sociais foi acompanhada de uma vasta produção industrial para atender a grande expectativa do público. No século XIX   foram impressos na França, na Alemanha e na Itália, uma centena de baralhos, que tinham pouca ligação com o Tarô, tinham mais haver com a interpretação de sonhos e com a Cabala.
As cartas conservaram seu  vigor, com exceção dos tempos de guerra.
As cartas podem parecer irracionais para um sociólogo, mas nós sabemos que elas testemunham uma necessidade constante, de que se precisava ter certeza dos fatos nesta época da História Ocidental.
Além do aspecto de previsão, devemos levar em conta a dimensão artística de vários pintores e artistas que deixaram registradas a sensibilidade de uma época.

 Fonte – Copyright Andrea Vitali, Historien et iconographe du Tarot

domingo, 12 de abril de 2015

Os mistérios do Tarot de Marselha» de Philippe Truffault et Christophe Poncet (2014)










O filme explora a história secreta dessas cartas na Florença dos Médici demonstrando como esse jogo nada tem a ver com as suas supostas virtudes premonitórias mas corresponde à síntese do pensamento filosófico de Marsílio Ficino, um filósofo florentino que viveu entre 1433 e 1499 e foi um dos grandes mestres da primeira Renascença italiana.
Nessa época os filósofos e os artistas descobriram os textos dos filósofos da Antiguidade grega com cuja inspiração Come de Médicis fundou a sua Academia neoplatônica. O para a dirigir foi Marsílio Ficino, um filósofo entusiasmado com a astrologia e com as obras de Platão que se empenhara em traduzir.
Filho de um reputado médico da cidade, Marsílio propôs-se a criar uma síntese entre o cristianismo e as teologias antigas. Foi, pois, para conseguir que os seus alunos melhor decorassem  os princípios fundamentais de tais ensinamentos, que criou um baralho com vinte e duas cartas especiais. Erroneamente viria a ser conhecido como o «tarot de Marselha», porque foi nesse porto francês, que ganhou particular destaque nos séculos XVIII e XIX.
A incrível história deste jogo pedagógico não se fica por ai. Ficino lançou o desafio a vários artistas seus conhecidos para que desenhassem as vinte e duas cartas. Foi assim que Sandro Botticelli se encarregou da carta relativa à Temperança, que quase é idêntica a um fresco do pintor descoberta recentemente nas caves de um castelo húngaro.
Mas também o Diabo tem semelhanças impressionantes com outra obra de Botticelli: um desenho  ilustrativo de Lucifer no centro do «Inferno» de Dante.
Quanto à carta do Mundo quase parece cópia de uma outra encontrada num poço do castelo dos Sforza, uma das famílias mais prestigiadas desse período renascentista.
 Alguns dos grandes mitos platônicos, como o do carro alado ou a da alegoria da caverna também integram o baralho, a par das referências aos planetas, à justiça divina  ou à violência masculina.
À medida que a investigação de Philippe Truffault  e Christophe Poncet avança, mais sentido faz a tese que pretendem defender: a da natureza pedagógica do tarot de Marselha enquanto instrumento de divulgação do conhecimento dos filósofos gregos com a arte da Renascença.
Fazem-no com um ritmo de filme policial, que integra as pequenas estórias capazes de darem substância à História, e recorrendo às bibliotecas, os museus, aos castelos e igrejas onde se exibem os mais interessantes tesouros artísticos  desse período.
Em pouco mais de cinquenta minutos somos convidados a mergulhar numa idade do ouro do pensamento espiritual e artístico. Mas que nada tem de transcendente: apenas é algo que integra a História da Arte e da Filosofia renascentista...


 Fonte pesquisda: http://temposinteressantes.blogspot.com.br/2015/02/diario-das-imagens-em-movimento-os_19.html