terça-feira, 9 de março de 2010

Seis de Ouros


O Seis de Ouros é uma carta difícil de descrever porque desmistifica a área obscura entre o Cinco de Ouros e a fartura do Dez de Ouros. Estas duas cartas representam os extremos de não ter e ter. O Seis de Ouros cobre área do meio onde não é exatamente claro o que ele é.

Nesta carta, o próspero cavalheiro atira algumas moedas para um mendigo enquanto outro suplicante espera ao lado. O filantropo segura a balança da Justiça como se reivindicasse o direito de decidir quem merece a benção e quem não merece. Vemos aqui os dois lados: o que pretende dar e receber, dominação e submissão, estar no topo e no fundo. Parece claro quem tem e quem não tem, não é? A vida não é tão simples, a sorte muda muito rápido.

Nas leituras, olhe profundamente todos os assuntos de posse, tanto materiais (recursos) como imateriais (conhecimento, poder, amor). Você pode se ver de um lado ou de outro, mas esta carta diz para repensar. Pense sobre o bem sucedido homem de negócios que de repente vai à falência. O tirano que domina através da fraqueza alheia. A professora que aprende com os estudantes. O pai que controla pelo dinheiro.

As palavras chave desta carta incluem ambos os lados – ter e não ter – e seus significados. Algumas vezes é um claro sinal entre um caminho ou outro. Você conseguirá o que quer. Você terá que ceder a alguém. Em todos os casos, de qualquer forma, deve-se questionar o óbvio e ir mais fundo. Por que está na situação em que está, e aonde ela vai te levar? Quem é realmente responsável? O que realmente está acontecendo? 

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