sexta-feira, 26 de junho de 2009

King of Pop




O que é belo não morre: transforma-se em outra beleza
Balley Ardrich

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Cursos e Atendimentos de Tarô





Curso Básico ou Avançado de Tarô:





Aulas particulares ou em Grupo
A idéia de fazer aulas em grupo de no máximo quatro pessoas é a de diminuir custos para o estudantes ou tarólogos interessados.
O Curso Básico de Tarô tem a duração de quatro meses, aula uma vez por semana com duas horas de duração.
Se você tem amigos ou conhecidos interessados, entre em contato!
O curso tem por objetivo o aprofundamento da estrutura lógica de todos os Arcanos e Métodos, numa linguagem moderna e didática.
Investimento : 200,00 reais mensais por aluno. (Aula em Grupo)
Aulas Particulares : 250,00 reais mensais


Curso Básico de Tarô Online

Graças às novas tecnologias, o Tarô pode ser apresentado em um novo formato que possibilita que o conhecimento seja acessível a todos que desejam aprender um novo saber.
Encurtando as distâncias entre cidades e outros estados, o curso de Tarô Online, permite ao aluno a possibilidade de fazer um curso em casa, confortavelmente instalado em sua intimidade, sem a preocupação com trânsito, estacionamento ou falta de tempo.
O fato de o conhecimento ser passado via voz ou imagem não inviabiliza a seriedade dos estudos e para isso é necessário que os alunos interessados tenham à mão um Tarô completo e como referência de livro de pesquisa e estudo, sugiro o “Curso Completo de Tarô – Nei Naiff – Ed. Nova Era, que inclui os 78 Arcanos do Tarô. O livro pode ser adquirido pela Editora Nova Era (21) 2585-20-02 sem sair de casa e em outras livrarias online.
O curso será efetuado pelo SKYPE via voz. Para quem não possui o Skype, ele é simples e fácil de instalar. Maiores informações para a instalação do Skype você encontra aqui:http://www.baixaki.com.br/download/skype.htm
Duração do Curso: Quatro meses, aula uma vez por semana com duas horas de duração.
Investimento: 160,00 reais (mensal)
Número mínimo de participantes: Três
É necessário que os interessados entrem em contato para agendarmos o melhor dia e horário para o bem – estar da turma.
Maiores informações:
Tel: (11) 3085-9994 ou no e-mail: veratarot@gmail.com
Consultas de Tarô com hora marcada
«Porque não haverá de alma para alma uma comunicação oculta?»
Fernando Pessoa
Realizo dois tipos de consultas presenciais:
Tarô e Mapa Astral -
«O Ser Humano é um Ente. Esse ente tem que cumprir um destino.»
A consulta tem a duração de duas horas onde utilizo vários métodos de tiragens com as cartas do Tarô. Inclui ainda o Mapa Astral e as planilhas de previsões astrológicas. Um Saber complementa o outro dando uma boa direção ao consulente.
O atendimento é feito com hora marcada e com a solicitação dos dados de nascimento para a realização do Mapa Astral.
Como funciona?
O Mapa Astral permite uma análise muito apurada do temperamento humano.Ele dá dicas muito profundas de como observamos o meio - ambiente e como agimos frente as situações cotidianas.Permite ao astrólogo uma lente de aumento sobre o seu cliente, indicando os melhores conselhos para que este tenha mais qualidade de vida e fique consciente de suas habilidades e difilcudades.
As previsões astrológicas permitem orientar o cliente de uma forma clara e segura sobre o futuro de seus caminhos, seja no setor profissional, afetivo e espiritual.
Investimento: 180,00 reais
Atendimento de Tarô com hora marcada
Vários métodos de tiragens com o Tarô focando os vários setores da vida , profissional, afetivo, espiritual, mental...
Investimento : 130,00 reais
Duas horas de Consulta
Atendimento Online de Tarô
As consultas são feitas através do MSN ouSKYPE, via microfone, com vídeo ou sem vídeo.
O atendimento e o agendamento da consulta é realizado após o depósito bancário.
Duração da Consulta: Uma hora e trinta minutos
Preço da Consulta: 100,00 reais.

Email: MSN: verachrystina@hotmail.com
Skype: Vera Chrystina da Costa Santos (Veratarot)

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Vera Chrystina
Taróloga e astróloga
Tel: (11) 3085-99-94
E-mail : veratarot@gmail.com
Visite : http://tarotestudos.blogspot.com/

O processo simbólico é uma forma superior de comunicação. Fernando Pessoa

terça-feira, 23 de junho de 2009

Curso completo de terapia holística e complementar






Curso completo de terapia holística e complementar

A obra ressalta a importância da terapia holística, fundamental para o processo curativo e a harmonia entre corpo, mente e espírito. Livro em forma de curso, dividido em 17 lições, acrescidas de 7 textos complementares, mais de 80 exercícios práticos e 170 questões de múltipla. Um rico compêndio das principais terapias: meditação, aromaterapia, cristais, florais, ervas medicinais, cromoterapia, muscoterapia, incenso, radiestesia, anatomia energética (chacra, aura, meridiano).

Publicado pela Editora Nova Era. Tamanho 16X23, 364 páginas. Valor sugerido R$32,90

Os Caminhos da Magia e do Misticismo





Os caminhos do Misticismo e da Magia são muitas vezes caminhos de engano e erro.

Iniciação
Os caminhos do Misticismo e da Magia são muitas vezes caminhos de engano e de erro. O Misticismo significa essencialmente confiança na intuição; a Magia significa essencialmente confiança no poder. A intuição é uma operação da mente pela qual os resultados da inteligência são obtidos sem o uso da inteligência. O poder, no sentido do poder mágico, é uma operação da mente pela qual os resultados do esforço contínuo são obtidos sem o uso do esforço contínuo. Ambos, porém, por mais tempo que levem a operar, são atalhos para o conhecimento. Em certo sentido, tanto o Misticismo como a Magia são confissões de impotência. O místico é um homem que sente que não tem em si a força do pensamento para atingir a verdade pelo pensamento. O mágico é um homem que sente que não tem em si a força de vontade para atingir a verdade (ou o poder) pela força de vontade. A rapariga ociosa que adivinha ou que se deita a adivinhar coisas é uma mística dentro do seu campo superficial; é demasiado preguiçosa para tentar saber. A camponesa que tenta reter o amor do marido por meio de encantamentos e poções é um mágico dentro das suas fronteiras estreitas; ela é demasiado ignorante e demasiado fraca para intentar atingir o seu fim por encantamento directo, por sedução permanente. Em ambos os casos há uma evasão.
Isto não quer dizer — ou, pelo menos, não precisa de querer dizer — que os resultados do Misticismo e da Magia estejam necessariamente errados. Quer dizer, contudo, que não há nenhum critério pelo qual possamos distinguir entre um resultado errado e um resultado certo num caminho ou noutro. Na Gnose, onde empregamos o intelecto, temos, pelo menos, o lastro do raciocínio; podemos, pelo menos, comparar um «resultado» com outro, examinar se eles são contraditórios, quer cada um em si, quer em referência um ao outro. Podemos não raciocinar bem, mas raciocinamos. Se errarmos, é porque nos enganamos e não porque estejamos errados, como nos outros dois caminhos. É como quando se soma mal; a falha não está em somar, mas em não somar bem; somar é, porém, o sistema correcto para obter um total.
Isto ficará claro, se formos buscar exemplos simples, podíamos dizer correntes, ao Misticismo e à Magia. Um caso simples de Misticismo é o tipo comum de intuição a que se chama «palpite» em linguagem vulgar.
Uma pessoa tem um palpite de que em certo número terá o primeiro prémio da lotaria. De vez em quando o palpite sai certo, mas todos sabemos que, por cada vez que sai certo, há milhares de vezes em que sai errado. Se assim não fosse, um clube de apostas não seria o grande negócio que sempre é. Neste caso, na verdade, há um caminho fácil para verificar a exactidão do palpite: a lotaria, uma vez extraída, mostrá-lo-á. Mas como é que se há-de provar ou refutar o palpite do místico de que atingiu a unidade com Cristo? Ele diz que sabe, que sente... Mas o louco que se julga Cristo ou rei de certo país está tão seguro disso como o místico da sua intuição.
Tomemos, de novo, um caso simples de Magia — o espiritismo. O espiritismo é magia, porque é evocação dos espíritos dos mortos a esta vida. Faz-se uma sessão, evoca-se o espírito do falecido X, a voz do médium, a mesa pé de galo ou a prancheta anuncia que ele apareceu. Como é que sabemos que sim? A comunicação de coisas conhecidas somente de um dos presentes pode ser uma projecção da mente desse que está presente. A comunicação de coisas somente conhecidas do falecido e depois verificadas pode ser uma comunicação de alguma força ou mesmo espírito, outro que não o do falecido. E quando o espírito dá informação da sua morada presente, por que método nos asseguraremos se essa informação é certa ou errada? Não digo que tudo o que emerge numa sessão ou que emergiu em sessões esteja errado. Nem digo que esteja certo: digo que não há meio de conhecermos a origem da informação assim recebida, e quando a informação diz respeito a outros mundos ou a coisas de outro modo não verificáveis neste, não há meio de conhecermos a sua origem ou a sua verdade.

s.d.

Fernando Pessoa e a Filosofia Hermética - Fragmentos do espólio. Fernando Pessoa. (Introdução e organização de Yvette K. Centeno.) Lisboa: Presença, 1985. - 63.
“Ensaio sobre a Iniciação.” Ocul-ensa.: Maria Helena Rodrigues de Carvalho

Ilustração : A Lua - Tarô de Marselha

O Perigo





«Os caminhos do simbolismo são cheios de ilusões, de devaneios e de fraudes.»


Átrio.
O caminho dos símbolos é perigoso, porque é fácil e sedutor, e é particularmente fácil e sedutor para os de imaginação viva que são precisamente os mais fáceis de induzir-se em erro e, também, de romancear para os outros, formando fraudes por vezes inocentes, por vezes um pouco menos que isso. Nada há mais fácil que interpretar qualquer coisa simbolicamente; é ainda mais fácil que interpretar profecias.
Sucede, ainda, que os grandes símbolos são relativamente simples, prestando-se assim a uma série infinita de interpretações Figure-se o leitor, imaginando, quantos valores simbólicos se não poderão atribuir às duas colunas no átrio do Templo de Salomão, ou, aliás, a quaisquer duas colunas em qualquer parte. Tudo quanto, na vida ou no sonho, é composto de uma dualidade — e quase tudo na vida ou no sonho envolve uma dualidade qualquer —, tudo isso se pode supor simbolizado por aquelas duas colunas. Elas, porém, não podem destinar-se a simbolizar tudo quanto se queira. Algum, ou alguns, hão-de ser os veros sentidos íntimos delas. O que se pergunta, pois, é isto: que critério temos nós para determinar, entre tantos símbolos possíveis, quais são os que são deveras aplicáveis, os verdadeiros?
Para isto existe o critério do quíntuplo sentido: cada coisa tem na simbólica, cinco sentidos; e esses cinco sentidos estão uns dentro dos outros, sendo cada um o desenvolvimento do anterior. Quando Pike diz que há, para a maioria dos símbolos maçónicos quatro atribuições distintas, diz bem, pois, como é de ver, exclui o sentido literal, ou profano, que é o primeiro dos cinco e não entra na consideração dele. Quando, porém, passa a dizer que um é o sentido moral, outro o político, vai mal, pois que o sentido político não é o desenvolvimento do sentido moral, mas uma coisa de outra ordem.
s.d.
Fernando Pessoa e a Filosofia Hermética - Fragmentos do espólio . Fernando Pessoa. (Introdução e organização de Yvette K. Centeno.) Lisboa: Presença, 1985. - 51.
“Átrio”

Ilustração : Radiant Waite - Sete de Copas

O Símbolo





O processo simbólico é uma forma superior de comunicação.


Há três maneiras de ensinar uma coisa a alguém: dizer-lhe essa coisa, provar-lhe essa coisa, sugerir-lhe essa coisa. O primeiro processo é o processo dogmático; emprega-se legitimamente ao ensinar coisas sabidas e provadas a criaturas incapazes, por infância ou ignorância, de compreender as provas, se se apresentassem. Assim se ensina gramática às crianças ou aos pouco instruídos, sem entrar em explicações, que seriam inúteis e resultariam frustes, sobre os fundamentos lógicos ou filológicos da gramática.
O segundo processo é o processo filosófico; emprega-se legitimamente para transmitir a pessoas com plena formação mental certos ensinamentos, ou cientificamente assentes mas desconhecidos do discípulo, ou puramente teóricos e que portanto ele tem que compreender em seus fundamentos, para os poder criticar.
O terceiro processo é o processo simbólico; emprega-se legitimamente para transmitir a pessoas com plena formação mental ensinamentos que exigem a posse de qualidades mentais superiores ao simples raciocínio, e o símbolo é dado para que essa pessoa, recorrendo ao que nela haja de embrionário dessas qualidades, ao mesmo tempo as desenvolva em si e vá compreendendo, por esse mesmo desenvolvimento, o sentido do símbolo que lhe foi dado.
O primeiro processo dirige-se à memória e chama-se ensino; o segundo à inteligencia e chama-se demonstração; o terceiro à intuição. A este terceiro processo chama-se iniciação.

II
Um símbolo é uma coisa exposta em termos de outra coisa, entendendo-se que a segunda (meio de expressão) é por natureza inferior à primeira (coisa expressa).

s.d.
Pessoa por Conhecer - Textos para um Novo Mapa . Teresa Rita Lopes. Lisboa: Estampa, 1990. - 84.

http://multipessoa.net/labirinto/ocultismo/5